Como o esforço de guerra dos Estados Unidos e Israel no Irã se refletem na Política Econômica Brasil-China?
A guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel desestabiliza as cadeias de suprimentos globais e pode ter impactos econômicos sobre a relação entre Brasil e China. Diante da alta dos custos de energia e logística ligada ao fechamento de rotas marítimas, a diplomacia e o modelo de desenvolvimento chinês serão importantes para a manutenção da estabilidade econômica brasileira, transformando a crise em um catalisador para novas formas de cooperação Sul-Sul.
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Automação Portuária: Portos Fantasmas e o eixo Brasil-China
Os investimentos chineses em infraestrutura portuária, parte de iniciativas do país asiático em se aproximar de outros países na economia mundial, estão transformando o setor logístico com foco em automação e inteligência artificial. A presença de portos fantasmas na China e o interesse de empresas chinesas em portos estratégicos na América Latina mudam as posições dos países envolvidos no cenário internacional ao redistribuir relevância geopolítica.
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Soberania digital, América Latina e a pressão dos EUA sobre a infraestrutura financeira
A disputa em torno do Pix e do Bre-B revela como o colonialismo digital e a autonomia monetária se entrelaçam na América Latina, ao desafiar o domínio de corporações financeiras globais e recolocar o controle sobre dados, pagamentos e soberania econômica no centro das tensões com os EUA.
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Tarifas e a integração na América Latina em risco
O presente artigo tem como objetivo abordar o cenário contemporâneo na América Latina em relação aos EUA, entrelaçando o estudo das recentes tarifas americanas e do acordo bilateral entre a Argentina e os EUA. Com as imposições tarifárias de Donald Trump, questões de dependência e soberania vieram à tona, além dos impactos econômicos para os países latino-americanos.
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Políticas de Papel: O abismo entre as recomendações da ONU e a escalada do feminicídio em 2026
O texto discute a escalada do feminicídio no Brasil em 2026, contrastando-a com os compromissos internacionais e políticas públicas ainda pouco efetivas. Defende que a violência de gênero é estrutural, enraizada no patriarcado, no racismo e nas desigualdades históricas. Aponta que, sem implementação concreta e abordagem interseccional, as políticas permanecem “no papel” e não reduzem a letalidade feminina.
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Xenorracismo e seletividade racial na política migratória brasileira
A política migratória brasileira, marcada por heranças coloniais, opera por meio de mecanismos institucionais que reproduzem desigualdades raciais, ampliando a forma como o xenorracismo estrutura o acesso a direitos, a mobilidade e a experiência de migrantes no país. Burocracia, violência física, cobertura midiática e criminalização da migração são dimensões que aprofundam essas desigualdades na dinâmica racializada das migrações Sul-Sul. Continuar lendo Xenorracismo e seletividade racial na política migratória brasileira
Participação social em cenário de crises: de Havana a Yaoundé
Com a intensificação de crises internacionais, observa-se também o crescente protagonismo de atores não estatais na arena internacional. Em contextos marcados por tensões geopolíticas, sanções econômicas e disputas comerciais e por recursos estratégicos, a capacidade de mobilização da sociedade civil emerge como elemento fundamental para a denúncia de desequilíbrios estruturais, violações, e também para ajuda humanitária.
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De Santa Marta à Antália: a trilha de debates sobre Combustíveis Fósseis em 2026
Diante de um contexto internacional turbulento e a necessidade de mitigar as emissões de gases emitidas pela queima de combustíveis fósseis, a transição energética fica cada vez mais centralizada nas negociações internacionais. O ano de 2026 promete um avanço nas discussões, mas como direcionar a produção energética para fontes renováveis e simultaneamente atender à demanda crescente de energia no mundo?
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Guerras de narrativa: imprensa brasileira e os conflitos da política externa americana no primeiro trimestre de 2026
A captura de Nicolás Maduro e os ataques ao Irã evidenciam distintos posicionamentos da imprensa brasileira sobre a política externa de Donald Trump, especialmente em temas relacionados à soberania nacional. Continuar lendo Guerras de narrativa: imprensa brasileira e os conflitos da política externa americana no primeiro trimestre de 2026
O desafio de estocar energia renovável gera novos riscos e oportunidades
O avanço das energias renováveis está estreitamente ligado a formas eficazes de armazenamento. Sem um sistema de armazenamento apropriado, parte significativa da energia gerada é desperdiçada. É preciso, então, desenvolver formas adequadas para guardá-la, formando estoques de energia renovável a fim de permitir o seu máximo aproveitamento e contribuir para a estabilidade da rede elétrica, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis e diminuindo custos operacionais. Esse artigo aborda a complexidade desse desafio ao tratar das três rotas existentes: baterias estacionárias, bombeamento hidrelétrico e hidrogênio verde. Continuar lendo O desafio de estocar energia renovável gera novos riscos e oportunidades
